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terça-feira, 18 de março de 2014

Homem matou o atual companheiro da sua ex-namorada em São Gonçalo



18/03/2014 - “Matei por amor e não me arrependo nem um ‘tico’ de ter feito o que fiz com ele”, disse o pedreiro Aurenildo Campos Casa Nova, de 57 anos, após atropelar e matar com golpes de martelo, Marcelo Alves dos Santos, 25, atual namorado de sua ex-mulher Sâmina Torres Ferreira, 24, na noite de sábado, em Guaxindiba, São Gonçalo.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Suspeito de atropelar e matar homem por vingança em São Gonçalo é preso

Segundo polícia, van passou três vezes por cima de vítima, em abril.
Briga começou após vítima, que era gay, agredir suspeito que o provocou.

A polícia prendeu nesta sexta-feira (9) Hélio Galdino Vieira, suspeito de atropelar e matar propositalmente Eliwelton da Silva Lessa, de 22 anos, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, na madrugada do dia 29 de abril. Segundo a Polícia Civil, o suspeito usou a van que trabalhava para passar três vezes por cima da vítima, após uma briga motivada por homofobia. Ele vai responder por homicídio triplamente qualificado.
Hélio já tinha antecedentes criminais por ameaça, violência doméstica e desacato à autoridade. Amigos da vítima dizem que a confusão foi provocada pelo fato de Eliwelton ser homossexual. Após o atropelamento, que o deixou com a coluna quebrada em três lugares, três costelas e a bacia fraturadas, e o pulmão perfurado, ele ficou internado no Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, mas morreu no dia 2 de maio.

A prisão temporária de Hélio Vieira, que estava foragido, foi decretada dias após o crime.
O assassinato

De acordo com informações da Polícia Civil, Eliwelton e dois amigos, todos homossexuais, passavam pela Estrada Raul Veiga, no bairro Alcântara, quando o suspeito, que ajudava um carroceiro, provocou os três, jogando beijinhos. Eliwelton, que media 1,85m e pesava cerca de 100 quilos, se irritou com o gracejo e agrediu o suspeito com socos, aplicou-lhe uma gravata e rasgou sua camisa.

O homem, então, foi até uma van e pegou uma barra de ferro para revidar a agressão, mas, de acordo com a polícia, foi impedido por outras pessoas que estavam na rua. Cerca de 30 minutos depois, ele reapareceu dirigindo a van, invadiu a calçada, atropelou Eliwelton três vezes e fugiu.

Fonte: G1

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Homem é executado com 15 tiros perto de fórum em São Gonçalo

Dois motociclistas encapuzados dispararam mais de dez vezes contra o carro de um promotor de vendas. Vítima foi atingida por pelo menos três tiros e morreu no local

Um homem identificado como Flávio da Silva Costa, de 38 anos, foi morto a tiros dentro de um carro modelo Kia Serato no início da noite desta quinta-feira. O crime aconteceu em frente ao Fórum de São Gonçalo, na Rua Getúlio Vargas, no bairro Santa Catarina. Segundo a polícia, a vítima era um promotor de vendas morador do Colubandê.

De acordo com testemunhas,
o crime foi cometido por homens armados e encapuzados que estavam numa motocicleta. Eles realizaram mais de 10 disparos de pistola calibre 9 milímetros contra a vítima. Cinco tiros atingiram o carro, três deles o parabrisas e outros dois a porta do motorista. A vítima - que tinha pelo menos três marcas de tiros no corpo, sendo um deles na boca - não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Segundo a cunhada de Flávio, ele a havia buscado em um hospital, também em São Gonçalo, e depois a deixou em casa. Em seguida, o promotor de vendas estaria retornando para a residência onde morava.

“Eu fiquei sabendo do crime cerca de uma hora após ele me deixar em casa. Flávio me fez um favor e foi morto a caminho de casa”, lamentou a mulher, que pediu para não ser identificada.

Devido ao crime na Rua Getúlio Vargas, o trânsito teve que ser desviado por rotas alternativas. A pista ficou interditada no sentido Centro para realização da perícia.

A Polícia Militar teve que cercar o local para evitar a aglomeração de curiosos e impedir que atrapalhassem os trabalhos dos agentes e da perícia.

 Investigações – O delegado adjunto da 73ª DP (Neves), Leonardo Machet, acompanhou o trabalho inicial dos peritos.

“A princípio, trabalhamos no caso como execução, devido às características do crime e pela quantidade de disparos na direção a vítima”, avaliou.

Por: Cláudio Emanuel e Ruy Machado
O Fluminense 
 
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