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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Nove meses após instalação, radares da Ponte Rio-Niterói ainda não multam

03/04/2017 - Quase nove meses após a instalação de radares medidores de velocidade na Ponte Rio-Niterói, os aparelhos instalados pela Ecoponte, em junho de 2016, continuam sem emitir multas, apesar de estarem em funcionamento. Mesmo registrando a passagem dos veículos acima do limite de velocidade de 80km/h, a necessidade de aferições e checagens nos aparelhos, além de outras burocracias, que passam pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), continuam como entraves para que as punições aos motoristas infratores sejam aplicadas.

Quase 800 mil motoristas já excederam os limites de velocidade desde que os aparelhos foram instalados. No entanto, as 778.167 infrações registradas até a última atualização enviada pela PRF ficaram impunes. No período entre setembro e fevereiro, a média mensal foi 81 mil.

Em nota, a ANTT disse que “que, desde o início da operação dos controladores de velocidade relativo a esses trechos, foi encaminhado um arquivo contendo todo o ciclo de testes dessas imagens para validação/referendamento do Departamento da Polícia Rodoviária Federal (DPRF). A ANTT ainda aguarda a validação dos testes das imagens pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal - DPRF.”

A Ecoponte, por sua vez, ressalta que a obrigatoriedade da empresa, referente à instalação dos radares, já foi cumprida, e frisa que envia todos os dados referentes aos registros de excessos de velocidade e filmagens são enviadas à PRF, ficando sob responsabilidade da mesma a disponibilização dos dados e implementação do sistema de multas.

No cenário mais conservador, em que todos os motoristas flagrados até o momento estivessem ultrapassando em até 20% o limite de 80km/h, a receita gerada pelas multas seria de R$ 66,2 milhões. Se estivessem a 100 km/h, esse total ultrapassaria R$ 99,3 milhões. Se um mesmo condutor percorrer toda a extensão da Ponte a 100km/h vai chegar ao outro lado com quatro multas de R$ 127 cada e mais 20 pontos na carteira de motorista, o suficiente para perder a habilitação.

O processo de configuração dos aparelhos e uma aparente divergência entre ANTT e PRF explicam por que nenhum auto de infração foi lavrado pelos radares fixos. A operação coercitiva dos equipamentos depende do cumprimento de uma série de etapas, desde os estudos técnicos que atestam a necessidade dos radares até os ajustes de imagem e informações geradas pelos aparelhos.


Funciona assim: ANTT, agência responsável pelas rodovias federais, envia, ainda numa fase de testes, as imagens captadas pelos radares para a PRF, que, por sua vez, avalia a qualidade e as informações emitidas pelos equipamentos a fim de validá-los. O procedimento precisa ser feito em cada um dos 32 equipamentos, divididos em quatro conjuntos de quatro aparelhos, em cada sentido da rodovia.

De acordo com a PRF, a ANTT enviou as imagens no dia 7 de novembro do ano passado. No dia 25 de novembro, a PRF terminou a análise e solicitou ajustes, como a necessidade de exibir a quilometragem da rodovia no ponto onde o radar está situado. Concluídos os ajustes, a PRF validou os aparelhos no dia 17 de fevereiro deste ano. Mas um segundo teste é necessário antes da operação dos pardais; e é aí que surge a divergência entre PRF e ANTT.

A agência reguladora diz que o segundo envio de imagens está disponível para análise da PRF desde o dia 22 de dezembro e que não teve qualquer retorno da polícia. A PRF nega a informação. A instituição afirma que não recebeu as imagens da ANTT e justifica que fez a solicitação em 17 de fevereiro, quando foi validado o primeiro teste. Justifica, ainda, que não seria apropriado analisar imagens de dezembro, uma vez que a validação dos ajustes só ocorreu em fevereiro.

Fonte: O GLOBOPQuase nove meses após a instalação de radares medidores de velocidade na Ponte Rio-Niterói, os aparelhos instalados pela Ecoponte, em junho de 2016, continuam sem emitir multas, apesar de estarem em funcionamento. Mesmo registrando a passagem dos veículos acima do limite de velocidade de 80km/h, a necessidade de aferições e checagens nos aparelhos, além de outras burocracias, que passam pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), continuam como entraves para que as punições aos motoristas infratores sejam aplicadas.

Quase 800 mil motoristas já excederam os limites de velocidade desde que os aparelhos foram instalados, conforme noticiou O GLOBO em março. No entanto, as 778.167 infrações registradas até a última atualização enviada pela PRF ficaram impunes. No período entre setembro e fevereiro, a média mensal foi 81 mil.

Em nota, a ANTT disse que “que, desde o início da operação dos controladores de velocidade relativo a esses trechos, foi encaminhado um arquivo contendo todo o ciclo de testes dessas imagens para validação/referendamento do Departamento da Polícia Rodoviária Federal (DPRF). A ANTT ainda aguarda a validação dos testes das imagens pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal - DPRF.”

A Ecoponte, por sua vez, ressalta que a obrigatoriedade da empresa, referente à instalação dos radares, já foi cumprida, e frisa que envia todos os dados referentes aos registros de excessos de velocidade e filmagens são enviadas à PRF, ficando sob responsabilidade da mesma a disponibilização dos dados e implementação do sistema de multas.

No cenário mais conservador, em que todos os motoristas flagrados até o momento estivessem ultrapassando em até 20% o limite de 80km/h, a receita gerada pelas multas seria de R$ 66,2 milhões. Se estivessem a 100 km/h, esse total ultrapassaria R$ 99,3 milhões. Se um mesmo condutor percorrer toda a extensão da Ponte a 100km/h vai chegar ao outro lado com quatro multas de R$ 127 cada e mais 20 pontos na carteira de motorista, o suficiente para perder a habilitação.

O processo de configuração dos aparelhos e uma aparente divergência entre ANTT e PRF explicam por que nenhum auto de infração foi lavrado pelos radares fixos. A operação coercitiva dos equipamentos depende do cumprimento de uma série de etapas, desde os estudos técnicos que atestam a necessidade dos radares até os ajustes de imagem e informações geradas pelos aparelhos.

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Funciona assim: ANTT, agência responsável pelas rodovias federais, envia, ainda numa fase de testes, as imagens captadas pelos radares para a PRF, que, por sua vez, avalia a qualidade e as informações emitidas pelos equipamentos a fim de validá-los. O procedimento precisa ser feito em cada um dos 32 equipamentos, divididos em quatro conjuntos de quatro aparelhos, em cada sentido da rodovia.

De acordo com a PRF, a ANTT enviou as imagens no dia 7 de novembro do ano passado. No dia 25 de novembro, a PRF terminou a análise e solicitou ajustes, como a necessidade de exibir a quilometragem da rodovia no ponto onde o radar está situado. Concluídos os ajustes, a PRF validou os aparelhos no dia 17 de fevereiro deste ano. Mas um segundo teste é necessário antes da operação dos pardais; e é aí que surge a divergência entre PRF e ANTT.

A agência reguladora diz que o segundo envio de imagens está disponível para análise da PRF desde o dia 22 de dezembro e que não teve qualquer retorno da polícia. A PRF nega a informação. A instituição afirma que não recebeu as imagens da ANTT e justifica que fez a solicitação em 17 de fevereiro, quando foi validado o primeiro teste. Justifica, ainda, que não seria apropriado analisar imagens de dezembro, uma vez que a validação dos ajustes só ocorreu em fevereiro.

Por: Analice Paron
Foto: Gabriel Oliveira
Fonte: O Globo

terça-feira, 21 de março de 2017

Termina o sequestro de um ônibus que estava em um dos acessos à Ponte Rio-Niterói. Todas as vítimas foram liberadas

21/03/2017 - Um assalto com reféns em um ônibus na subida Ponte Rio-Niterói bloqueou o acesso ao elevado pela Avenida do Contorno no sentido Rio, na manhã desta terça-feira. Equipes da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal cercaram o coletivo e negociaram a rendição do suspeito, que ocorreu às 9h50m. O motorista do ônibus, todos os passageiros e o bandido estão sendo levados para a 76ª DP (Centro).

Um dos reféns falou sobre os momentos de tensão pelos quais passou:

— A PRF graças a Deus notou (o assalto no ônibus). Ele queria todo o tempo ir para a Ponte. Estava muito nervoso. Não sabíamos se a arma era de verdade ou de brinquedo. Quando a Blazer da PM chegou, ele ficou mais nervoso. Chegou a falar: "Passa por cima". Foi um sufoco — contou Tiago Freira, auxiliar administrativo.

A ocorrência começou às 8h50m em um ônibus da Viação ABC, linha Alcântara-Niterói, número 409, que passava pela Avenida do Contorno, antes de subir para a travessia da ponte. O acesso foi interditado para a resposta policial.

Os reféns começaram a ser liberados aos poucos. Uma das que recebeu autorização para deixar o coletivo foi uma grávida, que logo foi atendida por uma ambulância.


Passageiros são mantido como reféns em ônibus em Niterói

Fonte: O Globo

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

PRF recupera carga de cigarros roubada em São Gonçalo

13/02/2017 - Uma carga com 20 mil maços de cigarros roubados foi recuperada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em uma abordagem na Ponte Rio-Niterói (BR-101), em Niterói, na segunda-feira (13). A mercadoria havia sido roubada no início da manhã, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

Policiais rodoviários federais da 2ª Delegacia receberam informação sobre o roubo de uma carga de cigarros na rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), na altura do bairro Arsenal. Logo em seguida, montaram uma blitz na Ponte, na pista sentido Rio, quando conseguiram abordar o veículo roubado.

Um homem de 26 anos foi preso pelos agentes da PRF. Ele é suspeito de pertencer a uma quadrilha especializada em roubos de carga.

terça-feira, 4 de março de 2014

Gonçalense capota na Ponte e cai na Baía de Guanabara

04/03/2014 - A moradora e São Gonçalo, Marina Pinto Borges, de 22 anos, foi resgata com vida depois de capotar na Ponte Rio-Niterói, na altura do vão central no sentido Rio, e cair com seu carro na Baía de Guanabara, a cerca de 50 metros de altura no início da manhã de ontem. Marina, que conseguiu sair do carro e ficou nadando na Baía, foi socorrida por marinheiros.

Por: Renata Senna
Foto: Divulgação

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Veículo roubado capota na Ponte Rio-Niterói e fere 4


Carro que seguia em direção à capital, com quatro ocupantes, acabou capotando na via. Polícia identificou o veículo como roubado e realizou prisão em flagrante

Na tarde desta quinta-feira aconteceu o capotamento de um veículo na Ponte Rio-Niterói, sentido à capital fluminense. O acidente foi registrado na altura do Cais do Porto. Ambulâncias da CCR Ponte e a Polícia Rodoviária Federal estiveram no local para prestar socorro às vítimas, que tiveram ferimentos leves.

A polícia identificou através de registros que o veículo era roubado. Os suspeitos foram encaminhados para a 76ª DP.

Fonte: O Fluminense

sábado, 12 de outubro de 2013

Blitz educativa leva alunos até a Ponte

Alunos do 4º e do 5º ano do Ensino Fundamental das escolas Elpídio dos Santos e Lúcio Thomé Feteira, no bairro Vila Lage, participaram de uma blitz educativa na Ponte Rio - Niterói. O evento é parte do Programa Estrada para Cidadania, uma parceria da SEMED com a CCR Ponte. A ação foi realizada nesta quinta-feira (10/10) na base operacional da concessionária, junto à praça de pedágio, na pista sentido Rio, e contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal.

Durante a blitz educativa, os estudantes, acompanhados de seus professores, entregaram saquinhos-lixeira e indagaram aos usuários da rodovia sobre má postura ao volante, tais como falar ao celular ou dirigir sem o cinto de segurança. Ao final do questionamento, os alunos pontuavam cada entrevistado mediante as respostas, dadas como sempre com muito respeito e de forma sincera, o que facilitou a pesquisa dos rodoviários mirins, todos devidamente uniformizados e com canetas e pranchetas à mão.

Tendo como objetivo envolver as crianças na conscientização direta de motoristas, além de proporcionar uma vivência real de cidadania fora da sala de aula, os alunos da Rede de Ensino de São Gonçalo, desde que souberam de sua participação em aula extraclasse, já aguardavam com grande expectativa o dia e a hora de se uniformizarem e poderem "trabalhar" na Ponte.

Para a coordenadora do Programa da CCR Ponte, Sônia Couto, foi uma experiência enriquecedora: "Os alunos amam porque têm o contato direto com os motoristas em trânsito pela Ponte, e é realmente uma oportunidade única. A parceria é sempre com Secretarias de Educação, devidamente autorizada no início do ano, sendo que com o município de São Gonçalo já estamos trabalhando com as escolas há três anos".

O Programa Estrada para a Cidadania é um dos maiores investimentos sociais do Grupo CCR e contribui efetivamente para redução de acidentes e vítimas de trânsito, por meio de orientação para a formação de pedestres e motoristas mais conscientes. Projeto ambicioso, Estrada para Cidadania pretende atender em 2013 um universo de 18 mil estudantes e capacitar 600 professores de escolas municipais de toda a Região Metropolitana.

Para o Subsecretário de Ensino e Apoio Pedagógico, Jarbas Leonel de Moura, "a grande importância dessa blitz educativa é ser divertida. As crianças se divertiram, aprenderam sobre o trânsito, ensinaram sobre o trânsito no encontro com os motoristas, conheceram crianças de outras escolas, enfim, esse foi um momento ímpar que mostra uma educação divertida, uma educação alegre”, destacou o subsecretário, que acrescentou um dado importante: "As duas escolas instituíram que todos os alunos produzissem redações, que foram distribuídas na hora da blitz educativa". Todas as Unidades Escolares do município estão participando do programa, sendo que dessa vez, apenas duas escolas foram escolhidas, que levaram três alunos de cada escola.

Autor/Foto: Washington Araujo

domingo, 30 de junho de 2013

São Gonçalo volta a cobrar barcas para o Rio

Promessa antiga do governo do estado, a instalação de uma linha de barcas que ligue a cidade de São Gonçalo à Praça 15 volta a ser pleiteada pela população gonçalense. Uma audiência pública já foi convocada para agosto e a pauta está entre as prioridades da prefeitura da cidade. O vereador Armando Marins (PL) está na liderança do movimento e garante que, por contrato, a CCR Barcas deveria instalar um terminal hidroviário e oferecer o serviço.
Foto:  André Mourão / Agência O Dia

A CCR Barcas, segundo Marins, deveria construir o terminal e prestar o serviço

Falta de dinheiro não é aparentemente o problema. O governo federal tem recursos disponíveis para mobilidade urbana em todo o país desde 2011 e, na última segunda-feira, a presidenta Dilma Rousseff disse que ampliará essas verbas para R$ 50 bilhões. O Ministério das Cidades, responsável pelos investimentos, informou, no entanto, que não recebeu projeto algum sobre transporte aquaviário na Baía de Guanabara.

“Isso já vinha desde o tempo em que a concessão era da empresa Barcas SA. A CCR Barcas assumiu o serviço e também não fez nada. Fica parecendo que o assunto caiu no esquecimento, ninguém fala nada sobre isso. O governo do estado não se posiciona e os empresários estão quietos. O problema é que eles não fazem e não deixam outra empresa fazer. Por que não abrem outra licitação? ”, disse Marins.

Trânsito na Ponte Rio-Niterói seria melhor

A população de São Gonçalo está estimada em 1,5 milhão de habitantes.Além dos passageiros que se deslocam até Niterói para usar o transporte hidroviário, o projeto da nova estação das barcas, prevista para o bairro de Gradim, diminuiria também o número de pessoas usando ônibus para o Rio, reduzindo assim engarrafamentos na ponte. O especialista em Transportes da UFF Gilberto Gomes Gonçalves avalia conta que a concepção é lógica e inteligente.

“É muito mais barato investir em transporte aquaviário. A demanda de São Gonçalo é conhecida. Em todos os países do mundo que têm baía protegida esse modal é explorado. Aqui no Rio temos muito potencial, mas usamos mal”, contou. Ele lembrou que seria necessário apenas investimentos na dragagem, construção do terminal e compra das barcas.

A professora de Engenharia de Transportes da Coppe (UFRJ) Milena Bodmer reafirma que há uma demanda considerável para aproveitar melhor a Baía de Guanabara. Principalmente quando o Comperj começar a operar. “A presença de estaleiros é sinal de que fazer dragagem não é tão custoso. Acredito que a operação de transporte aquaviário seria rentável e ainda poderia subsidiar outros trajetos como Rio-Magé”. A especialista ainda destacou outros trajetos possíveis como Charitas-Botafogo ou Marina da Glória e ligação com a Barra da Tijuca. “Os modais precisam se completar”.

Já no limite, Arariboia teria fluxo menor

Cerca de 40 mil moradores de São Gonçalo e Itaboraí pegam as barcas de Niterói para o Rio diariamente, segundo o vereador Armando Marins (PL). E este número ainda deve aumentar depois que o BRT e o metrô forem instalados na região. “Se hoje o serviço já não vai bem, imagina só quando o fluxo aumentar”, disse o parlamentar gonçalense.

As reclamações de superlotação na Estação Arariboia, no Centro de Niterói, têm sido constantes. Para reverter este quadro, até 2015, está prevista a chegada de nove novas embarcações. Todas compradas pelo governo do estado, orçadas em R$ 80 milhões. São sete de 2 mil lugares, que estão sendo construídas, e duas para 500 passageiros. Está prevista ainda a reforma das estações.

Por: O Dia

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Manifestação em Niterói dura mais de 7 horas e fecha a Ponte Rio-Niterói

Os jovens saíram da Praça Arariboia por volta de 17h e seguiram pelas avenidas Visconde de Rio Branco e Ernani Amaral Peixoto, duas das principais vias do Centro, até a Câmara Municipal. O comércio, na região, foi fechado, apesar do clima de paz.


Nem mesmo o anúncio da redução do valor da tarifa de ônibus em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, feito pela assessoria do prefeito Rodrigo Neves por volta das 19h, acalmou o protesto na cidade nesta quarta-feira (19).

O enfrentamento começou na esquina da Rua Marquês de Paraná com a Rua Andrade Pinto. Os manifestantes atiraram pedras e pedaços de madeira nos policiais, que revidaram com dezenas de bombas de efeito moral e disparos de bala de borracha.
O Niterói Plaza Shopping chegou a fechar as portas para garantir a segurança de clientes e lojistas.

Ponte Rio-Niterói fechada

Em razão da movimentação dos manifestantes, a Polícia Rodoviária Federal, por segurança, fechou a Ponte Rio-Niterói nos dois sentidos por volta das 19h10. Na Perimetral, os veículos foram desviados para a Avenida Brasil, bem como na rampa de acesso à Ponte pela rodoviária, próximo ao Caju, na alça de acesso da Linha Vermelha à Ponte Rio Niterói e pela Avenida Brasil.
A cerca de 450m antes do pedágio ficou o último retorno, liberado aos poucos, em sistema Pare e Siga.

No sentido Rio, A BR-101 (Niterói-Manilha) ficou fechada na altura do Km 317 (Ilha das Flores – quartel dos Fuzileiros Navais), ponto em que é possível fazer o retorno; o acesso do viaduto do Barreto à BR 101 (altura Avenida do Contorno), onde o viaduto é usado como retorno em sentido invertido.
A partir deste ponto, os motoristas seguiram no sentido Niterói por um retorno à direita, que ficou fechado no sentido Rio, mas aberto no sentido Barreto.

Por volta das 21h, manifestantes invadiram a estação das barcas, na Praça Arariboia. A PM interveio usando spray de pimenta e a CCR Barcas interrompeu, por medida de segurança, a circulação de embarcações no trajeto Rio-Niterói por cerca de 20 minutos. Funcionários da concessionária chegaram a liberar a entrada de passageiros, sem necessidade de compra de bilhetes, já que muitos entraram em pânico.

Algumas fotos





Fonte: G1/ODia
 
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